Indignação

Posted: 15th May 2012 by Ritocas in palavras

Indignação  (latim indignativo, -onis)  s. f.

1. Ato ou efeito de se indignar.

2. Sentimento de fúria ou desprezo, geralmente provocado por algo considerado ofensivo, injusto ou incorreto. = AGASTAMENTO 

3. [Por extensão]  Ira, ódio, raiva.

Indignar (latim indignor, -ari, desprezar, zangar-se)  v. tr. e pron.

1. Causar ou sentir indignação. = AGASTAR, INDISPOR

2.  [Por extensão]  Irar, revoltar, designar-se.

A palavra desta vez é indignação… sei que é muito atual mas este blogue nunca foi dado a muitas atualidades… mas aqui vai…

A Indignação é um palavrão que hoje em dia está na boca de todos, como uma pastilha Gorila nos tempos da nossa infância… é até um sentimento ao qual nem ligo muito, porque está diretamente ligado / associado à raiva e à fúria, e estas são “cenas” que eu tento soltar rapidamente de dentro de mim, porque são corrosivas e fazem mal (como frascos de pickles às 6 da manhã…)

O que é que me indigna?… lol… pensando no assunto, muita coisa, mas como a indignação para mim não é sinonimo de resignação, tento sempre fazer alguma coisa…e tento sempre… sempre… sabem disso…

Porém:

Indigna-me as pessoas que cospem para o chão… acha nojento, e os sentimentos associados a esta palavra saltam-me nas veias como se quisessem sair pelos pulsos teias do Homem Aranha…

Indigna-me o facto de ter horas para trabalhar… isto de entrar a uma hora da manha e sair a certa hora da tarde não vale nada… porque aliás há alturas em que não apetece trabalhar, e por mais que se queira, não si nada de jeito… e depois há outras alturas que até me apetece, e muito… e em vez de produzir, escrevo e escrevinho no meu “Caderno de Caça” (sim, há hábitos que nunca se perdem…) e depois tenho de passar tudo para o batente das teclas pretas e o ecrã de leeds…

Indigna-me as pessoas que não fazem piscas. Os buracos na estrada. A indecência de um hambúrguer ter tanta centena de calorias. Indigna-me o preço das entradas no Museus e dos concertos de Jazz. As pessoas a mascarem pastilha de boa aberta. O comer de boca aberta. Que haja adultos que não saibam quem foi o último rei de Portugal (alguns nem o primeiro…). Que digam que o vinho do Alentejo é melhor que o do Dão. Indigna-me não saber quem são os meus representantes ao parlamento – não os conheço em lado nenhum e não foi neles que votei (nem faço a mínima ideia no que pensam, porque nunca os ouvi em público expressar as suas opiniões e eu até sou uma cidadã participativa…). Indigna-se que essas pessoas nunca tenham realizado mais valias verdadeiramente reconhecidas para a sociedade, que não sejam os melhores dos melhores – e mesmo assim representam-me… Indigna-me as taxas do crédito. Indigna-me que as pessoas não tenham um quintal para cultivar hortaliças (como eu) e indigna-me as pessoas que vivem de aparências – tipo que gastam fortunas em roupa e em copos e depois devem dinheiro a Deus e ao mundo. Indigna-me as pessoas que não querem trabalhar e os salários baixos de quem trabalha mesmo muito. Indigna-me que as marcas de roupa não a façam em tamanho de adulto, porque é impossível uma mulher normal caber dentro daqueles números. Indigna-se que tudo o que se faça lá fora seja melhor do que aqui (e estas pessoas não percebem quando sou intransigente ao não comprar fruta nem legumes espanhóis…).

Indigna-me a falta de romantismo, de contacto físico. Indigna-me as pessoas não darem abraços. Indigna-me a falta de companheirismo, o não saber trabalhar em equipa, na sociedade em que vivemos. Indigna-me as pessoas que não tentam. Indigna-me a indecisão. Indigna-me o desamor. Indigna-me a inveja ( e esta mesmo muito). Indigna-me só agora ter descoberto as letras dos Coldplay. Indigna-me as pessoas que comem que nem brutas e que não engordam. Indigna-me. Indigna-me. Indigna-me.

E sinceramente, indigna-me que com tanta coisa bonita para escrever, me pedem para falar de indignação.

Indigno-me!

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Romantismo…

Posted: 14th May 2012 by Ritocas in palavras

romantismo s. m.

1. Sistema dos escritores que, no princípio do século XIX, abandonaram o estilo e as regras clássicas.

2. Carácter daquele ou daquilo que é romântico ou romanesco.

romântico adj.

1. Relativo a romance; poético; fantasioso. s. m.

2. Partidário do romantismo.

3. Aquele ou aquilo que tem carácter romanesco.

4. [Figurado] Pessoa que afecta ares românticos.

(Desafio falar sobre Romantismo… Difícil, mas vou tentar…)

O romantismo é alguma cena estranha, qual só poetas e amantes entendem. Para mim definir romantismo é muito difícil sem ferir aqueles que passaram ao longo da minha vida ao pé de mim… muitas coisas que considero românticas até não se passaram comigo, mas vi acontecer, ou ouvi em doces baladas com mais ou menos ritmo gingão…

Romantismo é um abraço apertado depois de um comento acalorado, são as mãos entrelaçadas, agarrando os dedos como se fossem fugir a qualquer momento.

Romântico, é tirarem próprios os sapatos para calçarmos quando os saltos já nos moem os pés, é atirar aviões de papel pela janela… é gritar o nosso nome desesperados na rua às 5 da manhã ou olharem-nos do outro lado da tasca com o olhar: tenho orgulho de ti… romântico é defenderem-nos quando outros nos atacam, é segurar a nossa mão quando estamos quase a cair dos saltos…

É dedicarem-nos uma música com o nosso nome ou correrem meio mundo para estar connosco… Romântico é reencontrar no final da vida o amor da juventude e aperceber que ainda o podem viver… é reler os textos que na juventude romântica um amor nos escreveu… romântico é aquecer os pés nos nossos numa noite fria… ou silêncio quente de quem é cúmplice…

Romântico é um beijo intenso e ardente, completamente inesperado à porta de um qualquer bar depois de uma discussão acesa, ou então contra uma qualquer porta que se bateu atrás de nós… é o quente da paixão e o vazio de preocupações…

Romantismo… o romantismo é a partilha da alma… e mesmo partilhada… ela fica cheia…

(espero não ter desiludido…)

R.

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Posted: 11th May 2012 by Ritocas in palavras... dos outros

Green Eyes

Honey you are a rock

Upon which I stand

And I come here to talk

I hope you understand

That green eyes

Yeah the spotlight, shines upon you

And how could anybody deny you

I came here with a load

And it feels so much lighter

Now I met you

And honey you should know

That I could never go on without you

Green eyes

Honey you are the sea

Upon which I float

And I came here to talk

I think you should know

That green eyes

You’re the one that I wanted to find

And anyone who tried to deny you

Must be out of their mind

Because I came here with a load

And it feels so much lighter

Since I met you

And honey you should know

That I could never go on without you

Green eyes

Green eyes

Ooh ooh ooh ooh

Ooh ooh ooh ooh

Ooh ooh ooh ooh

Honey you are the rock

Upon which I stand

Coldplay

Writer: GUY BERRYMAN, JON BUCKLAND, WILL CHAMPION, CHRIS MARTIN 

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Preocupação

Posted: 17th April 2012 by Ritocas in palavras

Preocupação

(latim praeoccupatio, -onis, ocupação prévia)

s. f.

1. Estado de um espírito ocupado por uma ideia fixa a ponto de não prestar atenção a nada mais.

2. Inquietação.

3. Desassossego.

4. Pressentimento triste.

Pois, bem, a palavra de hoje é Preocupação … (vamos lá ver o que é que sai daqui…)

Estar preocupada, para mim, é um estado de alma. Penso mesmo que qualquer pessoa, mais tarde ou mais cedo na vida, esteve preocupado, do género não dormir ou nem sequer ter fome, numa existência quase vegetal…

E sim, as crianças são mais felizes porque não têm preocupações… mas secalhar até têm, mas são à medida delas, de crianças e por isso, nós como adultos, colocamos um sorriso nos olhos quando o mundo acaba porque “já é noite e não podes estar a esta hora a brincar na rua” ou “o gelado caiu na roupa e a mamã vai ficar fula comigo”….

Mas no nosso quotidiano, a preocupação é uma coisa quase constante, como se o ritual de passagem da vida de criança para a vida adulta fosse “agora toma lá as preocupações” e pronto – já se é adulto… E sim, a felicidade passa muitas vezes por escolher as preocupações, compartimenta-las no cérebro tipo ficheiros num armário cheio de pastas e gavetas – e só preocuparmos-nos quando necessário… era que até era uma boa ideia – calendarizar horas para nos preocupar-mos com as coisas – tipo às 15.00 preocupo-me com o jantar, às 16:00 com a aula que vou ter de preparar ou às 19:00 com “o que vou ser quando for grande”…

Mas será que a preocupação é uma coisa boa ou uma coisa má? É positiva ou negativa ou simplesmente neutra e amorfa? Etiquetar algo de preto e branco não é fácil e é, muitas das vezes, perigoso… Existe uma ténue linha entre entre estes dois mundos, e muitas das vezes, andamos a cirandar – cuidadosamente ou não) em cima dela….

Mas incrível, incrível, a preocupação é que nos faz andar – é a motriz que diz “continua” – para o bem e claro, para o mal…

Logo, a preocupação é uma força: ascendente ou descendente dependendo para o lado da linha que se inclina…

Agora, perguntam e bem: como é que a preocupação pode ser uma coisa positiva? Pois bem, a preocupação boa é, na minha opinião, a paixão… E essa, essa é sempre positiva… muito positiva…

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Intensidade

Posted: 13th April 2012 by Ritocas in palavras

Intensidade é uma palavra que gosto… não só pela sonoridade, mas principalmente pela força que ela transmite… sim, é de facto uma característica que me consome e que possuo – sou uma pessoa intensa… não sei até que modo essa é uma má característica, mas a intensidade é fantástica, julgo!

Considero que intensidade é essencial quando se quer viver uma coisa BEM – e o lema das “todos os segundos ao minuto final da tua vida” é um lema que me carateriza. Penso que aborrecida seria a vida se não sentisse a chuva a cair na minha cara, o calor de um bom copo de vinho, bebido ao final da tarde, do prazenteiro de um passeio pelas ruas graníticas, mas reconfortantes da minha cidade… e lembrar-me destes momentos de forma tão viva, que me reporto para eles, por mais que os meus pensamentos surjam em situações inusitadas….

Mas enganem-se se intensidade é “viver o dia como se fosse o último”, porque não é… é viver como saber que só agora se vai fazer aquilo, que se tem de guardar cada imagem, cada cheiro, cada gesto, cada olhar, cada sabor – porque pode-se nunca mais viver aquele momento… mas ele vive e vive-se – intenso na memória quando nos vem aos pensamentos e, por ser vivido com a intensidade…

E assim, a intensidade fica, perdura e mesmo e efémera, é eterna…

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Pedras no caminho

Posted: 17th August 2011 by Ritocas in palavras... dos outros
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Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,

Mas não esqueço de que minha vida

É a maior empresa do mundo…

E que posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver

Apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e

Se tornar um autor da própria história…

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar

Um oásis no recôndito da sua alma…

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.

É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um “Não”!!!

É ter segurança para receber uma crítica,

Mesmo que injusta…

Pedras no caminho?

Guardo todas, um dia vou construir um castelo…

por Fernando Pessoa

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Posted: 22nd December 2010 by Ritocas in imagem
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FELIZ NATAL

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Escrita (Vs II)

Posted: 29th October 2010 by Ritocas in pensamentos
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A vontade de escrever não é coisa que aconteça sempre…. aliás estive muito tempo sem ter vontade nenhuma de escrever… Alegrem-se fieis leitores (sim, aqueles que mesmo depois de quase um ano de interregno continuaram a vir aqui, religiosamente, reler e comentar textos outrora…) a vontade de escrever voltou…. com a ansia e o desejo de outros tempos, com a mesma paixão e luxúria de sempre… luxúria pelas palavras…

E eis-me a recordar e sim, a reler, os textos mais antigos, mais pessoais, os desabafos que escrevi – alguns não aqui, por tão fortes… E lembrei-me, sim, de um texto que publiquei em 2007 – vejam lá à quanto, que ainda pulsa na minha mente… Não de uma maneira indelével, mas com um motivo… Passo a explicar: a palavra que eu gosto : concomitantemente, entrou vorazmente no meu (quase) dia a dia, ouvida por mim com um calor que só as palavras podem dar – e sim, cada vez que a oiço, esboço um ténue sorriso e calculo até que quem a profere deve pensar que me falta certamente algum parafuso…

Então, entendi por bem considerar o texto de 2007 em constante, e voltar a escrever sobre ESCRITA , ou melhor, sobre as palavras que eu gosto de escrever…

E ei-las: continuo a gostar da palavra perene, mas agora acrescento seiva. De correr e de todas as palavras que tenha dois rr mas também das que tenham acento circunflexo como vêm e têm… gosto de escrever segundo o antigo acordo ortográfico e por os h’s nas palavras húmido, harmonia e mais, o óptimo e espectáculo… e claro, continuo a adorar concomitantemente e acrescento agora o paralelamente, pormenor e emoção… Estranhamente a palavra espero, não sei porquê e claro… a palavra gostar… essa continua a ser das minha preferidas….

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Sinto-me assim…

Posted: 13th October 2010 by Ritocas in pensamentos
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Si Hay Dios

por Alejandro Sanz

Hey, si hay Dios seguramente entiende de emoción, si hay Dios.

Podrás llevarte aquellos que me importan
despojarme de mis ropas, desviarme de la luz.
Podrás llenar de obscuridad mis sueños, podrás porque eres tú.

Podrás romper de nuevo el juramento
desaciendo las cadenas que te ataron una vez
Pero dame tu el valor que tengo miedo
O puedes darme una esperanza
o arrancarme al fin las ganas de seguir por ti
buscando entre mi almohada que es una dama blanca.

Hey, si hay Dios seguramente entiende de emoción.

Podría haberte dicho que me importas
eso y un millón de cosas pude hacerlo y no lo hice no se porqué.
Será porque es más facil escribirlo, o demostrarlo que
montar un numerito de esos de fatalidad
según lo que establece el reglamento del aparentar.

Podría haber llorado un mar de lágrimas saladas
arrojarme a los abismos y partirme en dos el alma
desatar la tempestad y el huracán de mi garganta
y confesar desesperado que no puedo con mi rabia
aunque mi actitud no es hoy tan evidente, no puedo sufrir más.

Que el dolor cuando es por dentro, es más fuerte
no se alivia con decírselo a la gente.

Lloraré si se llorar
como el tímido rocío de un clavel en mi soledad
estaré, todos se irán, ya lo sé
a tu lado en cada golpe iré
como lo hacen las orillas y la mar
como lo hace el campo y el agua que lloverá.

Podría ser más educado
pero el alma sólo entiende de emoción
y si hay Dios seguro entiende de emoción.
Podría haber llorado un mar de lágrimas saladas
arrojarme a los abismos y partirme en dos el alma
desatar la tempestad y el huracán de mi garganta
y confesar desesperado que no puedo con mi rabia
aunque mi actitud no es hoy tan evidente, no puedo sufrir más.

Que el dolor cuando es por dentro, es más fuerte.

Lloraré….
como el tímido rocío de un clavel en mi soledad
estaré, todos se irán, ya lo sé
a tu lado en cada golpe iré
como lo hacen las orillas y la mar
como lo hace el campo y el agua que lloverá.

Podría ser más educado
pero el alma sólo entiende de emoción
y si hay Dios seguro entiende de emoción.

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A vergonha de falar…

Posted: 18th March 2010 by Ritocas in pensamentos
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boca-fechada


Este é o título correcto… hoje em dia temos vergonha de precisar de falar…

Verifico no meu dia atarefado e corriqueiro que cada vez mais sou solicitada para ajudar a fazer isto e aquilo e mais aqueloutro, nas mais variadas áreas e as mais estranhas tarefas que me podem solicitar – até porque eu não sou especialista em grande coisa… o que é estranho…

Vem cá a casa ver o que se passa com o meu PC… podes corrigir-me este texto? Ajudas-me a arrumar (?) umas cenas? Levas-me ali? Vamos comer um gelado? …. são frases que ouço quase no meu dia a dia e que deviam trazer tradução incorporada: PRECISO DE FALAR!!!!!!

É isso mesmo, a necessidade de falar, de comunicar, de desabafar os problemas do dia a dia, por mais estranhos e pequenos que depois de exprimidos pareçam, vem codificada em pedidos de ajuda corriqueiros… porquê? Porque se tem vergonha de dizer simplesmente – Preciso de desabafar, falar sobre tudo o que me vai na alma, de relativizar o que me preocupa e tudo o mais…

A vergonha de ter necessidade de falar passa, inevitavelmente, pela a incapacidade que se julga vergonhosa (e não consigo encontrar um termo mais exacto) se não ser auto-suficiente para resolver os próprios problemas psíquicos…

NÃO… DESENGANEM-SE : NÃO EXISTE VERGONHA NENHUMA EM PRECISAR- NÃO MELHOR – QUERER FALAR!!!

NENHUMA!!!!!

Aliás, paguei boas somas monetárias para que alguém me ouvisse….

E resultou…

LOL

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