Monday, October 30, 2006

VANGUARDAS ESTÉTICAS NO CINEMA

VANGUARDAS ESTÉTICAS NO CINEMA

Atenção!

É já na próxima quinta-feira, dia 2 de Novembro!


 Inicia-se, na data acima referida, o Curso de Vanguardas Estéticas do Cinema, com sessões temáticas que abordarão os pontos de encontro entre a história do cinema e as vanguardas artísticas.

As influências pictóricas, os meios de expressão, as vanguardas como o expressionismo, surrealismo, vanguarda no cinema português, cinema de animação ou na vídeo arte”, são alguns dos temas que se propõem dissertar e discutir no projecto organizado pelo
Cine Clube de Viseu e que decorrerão semanalmente no Museu Grão Vasco até ao próximo dia 25 de Janeiro de 2007.

Com oito oradores, “especialistas e investigadores com interesse e experiência concreta nas áreas respectivas”, distribuídos por dez sessões, irá perspectivar-se a história do cinema enquanto lugar de vanguarda e expressão artística.A inscrição geral será de 35 para sócios do CCV e amigos do MGV (GAMUS) e de 50 € para o público em geral, enquanto que por sessão o preço será de 10 € para os primeiros e de 15 € para os últimos. A inscrição deverá ser efectuada no CCV. Para mais informações contactar o CCV através do tel.232432760 ou do mail: geral@cineclubeviseu.pt. Esperando que o tema suscite o interesse e atenção do mais variado e vasto público possível, contamos com a colaboração de todos na divulgação de mais uma iniciativa realizada em parceria pelo Cine Clube de Viseu e o Museu Grão Vasco, para que esta seja o mais frutífera e produtiva, tal como vem sendo apanágio de todas as actividades realizadas anteriormente através do protocolo estabelecido entre ambas as instituições.E-mail: mgv@ipmuseus.ptWww.ipmuseus.pt 

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Monday, October 23, 2006

Quando a Chuva dá lugar ao Sol

De manhã, acordo com rajadas de vento a atirarem, que nem ondas contra a falésia, milhões de goticulas de água para a minha janela…

o som é lindo, mas aterrador….

passam as horas, preenche-se o tempo com papeis e papeis, com pareceres e assinaturas, com telefonemas e e-mails….

e de repente…. o Sol já brilha, o céu parece mais azul, como se tanta água o tivesse lavado….

e a vontade renasce…

e é por isso, que eu, já a noite vai mais ou menos alta, estou a trabalhar, num sítio vazio de pessoas, mas cheio daqueles “raios” que eu vi…. cheio de energia (nem que seja só para mim…)

Rita

Posted by Ritocas at 20:44:32 | Permalink | No Comments »

Sunday, October 22, 2006

Mais um dia e muita mais chuva

mais uma dia e muita mais chuva…

mais um dia, talvez não… em mais um novo papel que se assume, mais uma vez a enfrentar o touro pelos cornos… a formação de adultos é bem diferente da formação de adolescente.

transcende-me o número reduzido de mulheres….

será que elas não se interessam, ou não querem interessar? porque é que as mulheres pensam que podem existir coisas, que elas não são capazes ou até que não é  a sua competencia?

e será que não entendem que são vitais no seio do movimento, quer neste, quer em todas as organizações?

a mente feminina, a resolução rápida de problemas, a nossa mente prática, é ESSENCIAL!!!!!

ou será que sou só eu que sou assim?

será que sou só eu que tenho esta visão prática, que sei que sou mais que mulher, filha, irmã, tia…?

será que sou assim tão única?!!!!!!

estou a sentir-me bem… dei algumas bofetadas de luva branca e vou ter que dar uma daqui a pouco que sei que vai doer, tanto a dá-la, como a quem a vai receber…..

mas a vida é sempre feita de embates, uns bons, que nos dá gozo fazer, e outros maus, que custão mas têm de ser feitos…

o que tem de ser feito, se EU QUIZER, é…..se calhar, sou mesmo muito ÚNICA…..!!!!!!

Rita 

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Friday, October 20, 2006

“Meus Lindos Olhos”

Nesta vida agitada, quando quase nada nos faz parar e olhar o céu estrelado, surgem na minha vida alguns sons que me fazem sentir bem, como pertença no mundo, por mais estranhos e estranhos que pareçam….

Meu lindo olhos, qual pequeno Deus (….)

Quem tos pintou com tal condão , jamais neles sonhou criar tanta imensidão (…)

Quem me dera poder cantar horas dias sem ter fim, quando pedes só para mim, por favor só mais um Fado”

E aqui o que é um Fado? Uma Vida, um sentir, um viver… Um fado para mim é mais que uma canção…. É uma alma, algo que vem do mais fundo do meu ser, das minhas entranhas.

Quando o oiço, sinto-o na Alma… Eu que já até pensei que estava desprovida dela, que já não a tinha, porque já não sentia, porque já não conseguia ser Eu…

Tomou a sua vida pelas rédeas“, alguém me disse… É o que eu sinto, que voltei a ser dona da minha vida, voltei a sentir, a estar cansada porque mereço estar cansada, não só por estar, por rir não apenas para exercitar os músculos faciais, mas porque a minha Alma sorri…

E é um sorrir, com uma tamanha imensidão, que eu podia cantar horas dias sem ter fim….

Rita

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Thursday, October 19, 2006

Rivoli - Da impossibilidade de diálogo entre duas espécies

Recebi este mail que achei delicioso….

Sem mais comentários

“Da impossibilidade de diálogo entre duas espécies

   A penúltima vez que fui ao Rivoli foi no dia 7 de Julho, ver uma peça de Eugéne Ionesco, “Rhinocéros”.

   Numa cidade abstracta (mas claramente representativa do desenvolvimento ocidental), surge um Rinoceronte que, com a sua força animal, destrói vários equipamentos urbanos, acabando até por causar a morte de alguns Cidadãos.

   O pânico instaura-se quando se verifica que afinal este ser não está só: parece haver uma epidemia de Rinocerontes. Pouco a pouco, após o terror inicial, os Cidadãos parecem aprender a conviver com eles e, inclusivamente, a admirar a sua bestialidade, prepotência e (i)lógica animal.

   E é este o simples princípio do contágio. A Rinocerite vai gradualmente transformando os Cidadãos em Rinocerontes, e a resistência dos que não gostam desse bicho vai sendo aniquilada pelo princípio da maioria dominante.

 

   A última vez que fui ao Rivoli foi no dia 15 de Outubro, ver uma peça de Regina Guimarães, “Curto-Circuito”. Esse originou uma faísca, que originou uma Rivolução.

   Curiosamente, passou a coabitar nesta cidade, desde então, um Elefante Branco. Um Elefante, que até hoje de madrugada, habitava pacificamente as entranhas de um equipamento público da cidade.

   A emergência do Elefante Branco, ao gerar-se espontaneamente, era a de alertar para a ocupação dos espaços públicos pela Rinocerite, bem como a sua invasão nos espaços interiores dos Cidadãos (almas e outras tais edificações).

   Ele estava lá dentro, enclausurado atrás das grades, sem água, luz e praticamente sem alimento, à espera duma possibilidade de diálogo com a espécie dominante. Mas o Rinoceronte, dentro da sua endemia, não conseguiu reconhecer a diferença, o Outro. O Rinoceronte, através de vários mecanismos, negou a pluralidade e a diferença, matou o princípio básico da convivência entre espécies.

   E por isso, hoje, o Elefante Branco foi roubado cobardemente, numa madrugada despótica, porque perturbava a propagação totalitária da Rinocerite.

   Dos Elefantes Brancos sabe-se que é característica vital à sua espécie continuarem instintivamente a surgir, mas no fim, é urgente perguntar: entre o Elefante Branco e o Rinoceronte onde está o Cidadão?

 

Teresa Mendes
19.10.2006″
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Chuva

Neste dia de muita chuva e algum frio, quando o céu está cinzento e o vento traz uma água fria que regela até aos ossos, resolvi escrever o meu primeiro post…..

Num blog que não sei o que será…

Nem sei o que poderá ser…

 Só sei que finalmente é…

 

Rita

Posted by Ritocas at 09:53:57 | Permalink | No Comments »