Uma dissertação sobre o AMOR…
(a pedido)
É uma coisa mais ou menos difícil de descrever. Se eu soubesse falar sobre o AMOR seria um poeta, pois só eles sabem transmitir todo o sentimento pungente que vai na alma e eu nos transporta para lá dos nossos sentido, para lá das angústias e do dia a lá, para lá do desespero e até para lá do fim…
Mas eu falo, e aqui também, muitas vezes sobre o AMOR… talvez não aquele amor carnal, de luxúria e desejo, mas um AMOR maior que esse…
Falo de sentimentos, aos quais eu chamo AMOR – porque este é o mais nobre e desinteressado de todos os sentimentos e aquele que engloba todos os outros…
É todo esse AMOR que eu sinto e quero continuar a sentir…
Mas penso que este post deve ser sobre o outro tipo de AMOR – daquele que nos faz perder a cabeça, que nos levanta os pés do chão e nos faz planar… bem alto e sem medo de cair:
“O AMOR é uma coisa muito boa
Que bate numa pessoa
Sem se saber bem porquê
É estranho
Às vezes fica meio escondido
Outras, é doido varrido
Sem se saber bem porquê
Então, o mundo fica mais bonito
A cada um seu favorito
E eu pertinho de Ti
Paixão é uma coisa assim bem forte
Que nos faz perder o norte
Sem se saber bem porquê
É estranho
Tudo perde o seu sentido
Vira fruto proibido
Sem se saber bem porquê
Então, o mundo fica mais ansioso
A cada um seu amoroso
E eu pertinho de Ti”
Tim
Eu não tenho palavras para descrever, porque como já disse não sou poeta – mas sei o que é o AMOR…
Eu sinto-o, eu vivo-o eu tenho-o entranhado na minha alma e na pele…
E é tão bom senti-lo…
É tão bom poder encaixar a cabeça no ombro de quem nos ama e sentir-nos protegidos… Dar a mão com medo que fuja, de sorrir com um piscar de olhos, de tremer – mas o tremer bom - com uma festa ou com uma mordidela, com um roçar de mão pelo cabelo, das cócegas nas mãos, das gargalhadas das cócegas que fazemos, da mão na perna, das pernas interligadas, dos beijos nos pescoço (e nos outros locais também), de um sussurrado “eu amo-te” ou um “gosto de ti” numa sala cheia de gente de uma ponta à outra, de um ramo de rosas cor-de-rosa à porta de uma sala, ou até de uma rosa simples em cima de uma mesa de um restaurante, de uma casa só para nós, de noites só para nós, ou tardes, ou manhãs, ou até do carro escondido no meio da vegetação…De noites frias, mas quentes de paixão, de brincadeiras, de prendas inesperadas, de novas aventuras e fantasias, de luxúria e de … só de olhar para mim…
Poderia agora percorrer os meus pensamentos e relembrar todos os momentos em que me senti a sair de mim, nessas alturas em que o AMOR é palpável, em que nada mais o mundo existe…
Mas não estou nessa fase… eu não consigo, agora, falar disso…
Quero amar e ser amada, isso sem dúvida, quero estar de corpo e alma com quem mais amo e pensar que nada mudou, que continuamos iguais, e que a vida toma o seu rumo, construída sobre o AMOR…
Mas, mais uma vez, os meus olhos…
“Meus lindos Olhos” – dizia o poeta.
Falta ainda descobrir, se são mesmo os “Meus”…
Ritinha adorei, tocou-me bem fundo o que escreveste.
Fico a pensar nisto tudo e sei que n estou só nos meus pensamentos…
Que há alguém que pensa como eu, que sofre como eu, que deseja AMAR como eu…
Jinhos grandes.
que panaquise !!!!!!!!!!! uma dissertação e nao uma poesia !!!!!!!!!! é bem analfa