Thursday, February 22, 2007

Escrever

O acto simples e puro de escrever. Adoro escrever… e penso que consigo transmitir mãos ou menos o que me vai na Alma… Mas as palavras têm o peso da imortalidade… o que está escrito pode ser repetido, e repetido vezes e vezes sem conta, até as palavras marcarem tanto a Alma que sangra… A escrever pode-se ser quase tudo, desde o meigo e romântico, até ao mais cruel e frio…e isso assusta. Aqui posso escrever o que não digo e não quero dizer…. Coragem, vontade, tempo, partilha, porque estar com os outros é difícil e é dar o que mais temos de profundo - a Alma. Se calhar o bom era mm começar um livro, contar uma história de fio a pavio, mas não sei se aí conseguia pôr a minha Alma… Porque o que eu adoro é o simples acto de escrever… Até escrever 10 páginas sobre uma caneta Molin… R.
Posted by Ritocas at 20:33:46 | Permalink | Comments (2)

Wednesday, February 21, 2007

I Will Survive

At first I was afraid, I was petrified,
Kept’ thinkin’ I could never live without you by my side,
But then I spent so many nights thinkin’ how you did me wrong,
I grew strong, and I learned how to get along,

And so your back, from other space,
I just walked in to find you here with that sad look upon yourface,
I should’ve changed that stupid lock,
I should’ve made you leave your key,
If I had known for just one second you’d be back to bother me,

Go on now go, walk out the door,
Just turn around now, cause you’re not welcome anymore,
Weren’t you the one who tried to hurt me with goodbye,
Did you think I’d crumble, did you think I’d lay down and die,
Oh no not I, I will survive,
For as long as I know how to love I know I’ll stay alive,
I’ve got all my life to live; I’ve got all my love to give,
And I’ll survive, I will survive,
Hey, Hey!

It took all the strength I had not to fall apart,
And trying hard to mend the pieces of my broken heart,
And I spent oh so many nights just feeling sorry for myself,
I used to cry, but now I hold my head up high,
And you’ll see me, somebody new,
I’m not that chained up little person still in love with you,
And so you felt like droppin’ in and just expect me to be free,
Now I’m savin’ all my lovin’ for someone who’s lovin’ me,

Go now go, walk out the door,
Just turn around now, cause’ your not welcome anymore,
Weren’t you the one who tried to break me with YOU LIES,
Did ya think I’d crumble, did ya think I’d lay down and die,

Oh no not I, I will survive,
For as long as I know how to love I know I’ll stay alive,
I’ve got all my life to live, I’ve got all my love to give,
And I’ll survive, I will survive.

É ASSIM QUE ME SINTO

R.

Posted by Ritocas at 21:05:37 | Permalink | Comments (2)

Monday, February 19, 2007

As pedras do caminho

 

As pedras podem ser grandes e pequenas, claras ou escuras, de quase todas as formas e feitios.

As pedras sobre as quais eu quero falar são as pedras do caminho.

Porquê, por que embora pareçam insignificantes, são elas que nos induzem e condicionam a nossa forma de andar.

A decisão de caminharmos ou não por um caminho, depreende-se muitas vezes com o tipo de pedras que o constituem: se são rugosas ou se são macias, se achamos difícil ou fácil de percorrer.

Outra decisão que temos de fazer é saber e escolher quais as pedras que queremos tirar do nosso caminho, porque ele, embora tenhamos escolhido o mais sedoso, o com mais sombra e sol, o mais abrigado, tem sempre pedras, umas pequenas, umas maiores, umas que facilmente conseguimos passar por cima e outras que até empancam, obstruindo tudo o que tentar passar por lá.

E ter forças? Por vezes as pedras são tão grandes e tão enraizadas, que nem toda a nossa força, por mais herculiana que seja, não chega.

Será que temos de esperar que venha uma enchurrada e que nos ajude a movê-las?

Ou temos de empreender, em vão, todos os nossos esforços, arrebentando corpo e Alma a tentar…

E será que temos mesmos que as mover. Será que não temos só que admitir que chegámos ao fim do caminho?

A grande questão é saber ou não se queremos ou não tirá-la de lá…

Ou seguir por outro, talvez mais rugoso, com muitas subidas acentuadas e curvas apertadas, onde não pudemos vislumbrar o fim. Talvez esse até tenha mais pedras e se calhar até conduz a um abismo mau…

Escolher o que arrancar, o que contornar e que caminho a seguir, se calhar, é o mais difícil, no destino da nossa vida…

R.

Posted by Ritocas at 21:47:35 | Permalink | No Comments »

Saturday, February 17, 2007

Quando queremos, e até temos, de ouvir o que não nos dizem…

 

Agora, passadas duas semanas do meu esforço quase titânico para acabar os trabalhos para o mestrado, retorno ao meu mais puro exercício de escrita, à minha “paixão” falante.

Hoje escrevo por aquilo que queria ouvir…

Hoje escrevo por aquilo que quero ouvir…

Um dos sentimentos mais desprezíveis que conheço é o sentimento da rejeição, o de não sentir querida, o de ser evitada, em determinadas situações.

Este sentimento assola a minha mente, pois há Amigos com os quais não falo à já algum tempo, e aqui o tempo pode mesmo ser traduzido em meses - e bastantes…

Sinto como se me estivessem a evitar…

Alguns chamar-lhe-iam teoria da conspiração, outros diriam que estou a ficar maluca….

Se calhar até estou…

Daí o apelo:

Falem comigo: que eu quero e tenho de ouvir o que têm para contar…

R.

Posted by Ritocas at 22:48:07 | Permalink | Comments (1) »