Thursday, February 22, 2007
Wednesday, February 21, 2007
I Will Survive
At first I was afraid, I was petrified,
Kept’ thinkin’ I could never live without you by my side,
But then I spent so many nights thinkin’ how you did me wrong,
I grew strong, and I learned how to get along,
And so your back, from other space,
I just walked in to find you here with that sad look upon yourface,
I should’ve changed that stupid lock,
I should’ve made you leave your key,
If I had known for just one second you’d be back to bother me,
Go on now go, walk out the door,
Just turn around now, cause you’re not welcome anymore,
Weren’t you the one who tried to hurt me with goodbye,
Did you think I’d crumble, did you think I’d lay down and die,
Oh no not I, I will survive,
For as long as I know how to love I know I’ll stay alive,
I’ve got all my life to live; I’ve got all my love to give,
And I’ll survive, I will survive,
Hey, Hey!
It took all the strength I had not to fall apart,
And trying hard to mend the pieces of my broken heart,
And I spent oh so many nights just feeling sorry for myself,
I used to cry, but now I hold my head up high,
And you’ll see me, somebody new,
I’m not that chained up little person still in love with you,
And so you felt like droppin’ in and just expect me to be free,
Now I’m savin’ all my lovin’ for someone who’s lovin’ me,
Go now go, walk out the door,
Just turn around now, cause’ your not welcome anymore,
Weren’t you the one who tried to break me with YOU LIES,
Did ya think I’d crumble, did ya think I’d lay down and die,
Oh no not I, I will survive,
For as long as I know how to love I know I’ll stay alive,
I’ve got all my life to live, I’ve got all my love to give,
And I’ll survive, I will survive.
É ASSIM QUE ME SINTO
R.
Monday, February 19, 2007
As pedras do caminho
As pedras podem ser grandes e pequenas, claras ou escuras, de quase todas as formas e feitios.
As pedras sobre as quais eu quero falar são as pedras do caminho.
Porquê, por que embora pareçam insignificantes, são elas que nos induzem e condicionam a nossa forma de andar.
A decisão de caminharmos ou não por um caminho, depreende-se muitas vezes com o tipo de pedras que o constituem: se são rugosas ou se são macias, se achamos difícil ou fácil de percorrer.
Outra decisão que temos de fazer é saber e escolher quais as pedras que queremos tirar do nosso caminho, porque ele, embora tenhamos escolhido o mais sedoso, o com mais sombra e sol, o mais abrigado, tem sempre pedras, umas pequenas, umas maiores, umas que facilmente conseguimos passar por cima e outras que até empancam, obstruindo tudo o que tentar passar por lá.
E ter forças? Por vezes as pedras são tão grandes e tão enraizadas, que nem toda a nossa força, por mais herculiana que seja, não chega.
Será que temos de esperar que venha uma enchurrada e que nos ajude a movê-las?
Ou temos de empreender, em vão, todos os nossos esforços, arrebentando corpo e Alma a tentar…
E será que temos mesmos que as mover. Será que não temos só que admitir que chegámos ao fim do caminho?
A grande questão é saber ou não se queremos ou não tirá-la de lá…
Ou seguir por outro, talvez mais rugoso, com muitas subidas acentuadas e curvas apertadas, onde não pudemos vislumbrar o fim. Talvez esse até tenha mais pedras e se calhar até conduz a um abismo mau…
Escolher o que arrancar, o que contornar e que caminho a seguir, se calhar, é o mais difícil, no destino da nossa vida…
R.
Saturday, February 17, 2007
Quando queremos, e até temos, de ouvir o que não nos dizem…
Agora, passadas duas semanas do meu esforço quase titânico para acabar os trabalhos para o mestrado, retorno ao meu mais puro exercício de escrita, à minha “paixão” falante.
Hoje escrevo por aquilo que queria ouvir…
Hoje escrevo por aquilo que quero ouvir…
Um dos sentimentos mais desprezíveis que conheço é o sentimento da rejeição, o de não sentir querida, o de ser evitada, em determinadas situações.
Este sentimento assola a minha mente, pois há Amigos com os quais não falo à já algum tempo, e aqui o tempo pode mesmo ser traduzido em meses - e bastantes…
Sinto como se me estivessem a evitar…
Alguns chamar-lhe-iam teoria da conspiração, outros diriam que estou a ficar maluca….
Se calhar até estou…
Daí o apelo:
Falem comigo: que eu quero e tenho de ouvir o que têm para contar…
R.