Sons V
Som eléctrico, vibrante, que faz estremecer (literalmente) o corpo e até o pensamento…
Sempre cá, há já 28 anos, redescubro-os em cada um dos “três acordes” que tocam…
E então, se acompanhados de ginjinha à maneira, são de facto do melhor…
R.
Som eléctrico, vibrante, que faz estremecer (literalmente) o corpo e até o pensamento…
Sempre cá, há já 28 anos, redescubro-os em cada um dos “três acordes” que tocam…
E então, se acompanhados de ginjinha à maneira, são de facto do melhor…
R.
Existem palavras que me limpam a alma de tudo o que mal lhe faz… palavras como saudade, amizade, gostar ou carinho, enchem o mais profundo do meu ser, limpando tudo o que magoa e corrói… 
Ter um blog, o meu cantinho, é onde partilho todas essas palavras… e relê-las vezes sem conta… mas escrever assim, mostrando o que de mais ” azul” em mim há, é escrever o que nunca se disse e ler o que nunca se ouviu…
Mas por mais que seja bom estar aqui, escrever aqui - dizer essas palavras é tão bom quanto ouvi-las…
E quando se dizem e ouvem… É uma noite perfeita… de Céu Estrelado…
R.

Já escrevi a letra poderosa desta música neste blog…
Faltava o som… Que como todas as grandes músicas, nos levam para lugares feitos de algodão azul… E aqueles abraços…
R.
Existe uma música que não me sai hoje da cabeça, a música com que acordei e que está a encher o meu dia…
Fecho os olhos e recordo com um friozinho na bariga o concerto no Adro das “duas igrejas”…
…
R.
É melhor trazer este post cá para cima, porque está mais actual que nunca…
(Este
post esteve durante uma boa parte da noite de ontem para se intitular “3 estrelas e uma coruja”, mas face ao vivido, entendi por bem mudar de título.)
Ontem, como veiculado nos órgãos de comunicação social, aconteceu - pelo menos espero que para alguns - uma chuva de estrelas cadentes, ou para ser mais realista - a passagem de poeiras (lixo de um cometa) pela nossa atmosfera, o que provoca um fenómeno lindo…
Saímos - eu e a B. - já tarde (ou cedo, na perspectiva de alguns) e aí começou a aventura, que teve desde música meia psicadélica, à boa da RFM, passando pelos queridos Ella & Louis, uma viagem no Bolinhas no meio do nada - meio que para o assustadora, uma coruja branca fantástica e - diga-se - algumas estrelas cadentes…
Passámos um bom tempo a olhar para um céu, ou melhor, para O céu repleto de pontos luminosos que já se extinguiram à tantos milhares de anos que a imensidão de tempo assusta… mas o que assusta mais é, para mim, o tão próximo que o céu parece, tão próximo que dá a sensação de que, se esticarmos bem os braços, as mãos tocarão nos infinitos pontos luminosos… parecem tão próximos, tão ali, que me fazem sentir grande em pensamentos e pequena em tamanho… relativiza-se muito, coloca-se numa perspectiva diferente muitos dos aspectos esquinados com que nos deparámos… e trocam confidencias, sentimentos e palavras… mas troca-se principalmente muito silencio, porque o silencio na contemplação do céu estrelado é o melhor que se pode partilhar…
E nesta contemplação cheguei a uma conclusão - daquelas obvias, daquelas que por tão simples, fazem arrepiar cada milímetro da minha pele transparente (!) - as estrelas, ou melhor - Estrelinhas - estão ou são cada pessoa que me rodeia - que parece que quando estico as mãos consigo tocar-lhes, mas são tão grandes na nossa (minha) vida, que fico pequenina, frágil e em silencio - porque falar, ou falar-lhes, será estragar toda a magia… e se calhar o silencio é o melhor que lhes posso dar… mas elas estão ali, sempre ali, sempre ao pé de mim, sempre no meu coração, na minha alma, mesmo a milhares de milhões de km de distancia… estão ali para eu as poder ver sempre… a brilharem…
Obrigado a todas as Estrelinhas da minha vida - mesmo as que não sabem que o são…
R.
O vento, a água, o fogo, as flores, o sorriso são coisas simples…
(fonte Google)
O tecto sobre a cabeça, a comida no frigorífico, a roupa acabadinha de lavar, o silêncio de um espaço nosso, o pôr do sol, o céu estrelado, o mar azul, a calmaria e o cantar das árvores, o cheiro da relva acabadinha de cortar, um jogo da bola, uma cervejinha fresquinha sobre uma paisagem deslumbrante, o cabelo colorido, as croc’s… são também coisas simples… e boas…
As relações humanas… essas é que são complicadas…
R.
Existem pessoas, com as quais raramente estamos, que, de um momento para o outro, nos fazem falta… sendo Estrelinhas brilhantes do nosso Universo, que aliás preenchem todas as noites o nosso céu, uma vez estrelado e noutras nublado, aparecem e desaparecem como os “Pop-up’s”, mas que brilham sempre ao longe, no fundo (ou no cimo) da memória…
Apercebi-me à dias que olhando para o céu estrelado, posso sempre ver as minhas Estrelinhas, as cenas que vivemos em conjunto, os risos, as gargalhadas e até as lágrimas, as vezes em que fomos crianças sem querer e também as vezes que fomos crianças por querer…
E ser criança é tão bom… Tão bom que faz falta… ou fazem falta…
R.
“Encosta-te a mim, nós já vivemos cem mil anos
Encosta-te a mim, talvez eu esteja a exagerar
Encosta-te a mim, dá cabo dos teus desenganos
Não queiras ver quem eu sou, deixa-me chegar
Chegado da guerra, fiz tudo p’ra sobreviver
Em nome da terra, no fundo p’ra te merecer
Recebe-me bem, não desencantes os meus passos
Faz de mim o teu herói, não quero adormecer
Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo
O que não vivi, hei-de inventar contigo
Sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
Mas quero-te bem, encosta-te a mim
Encosta-te a mim, desatinamos tantas vezes
Vizinha de mim, deixa ser meu o teu quintal
Recebe esta pomba que não está armadilhada
Foi comprada, foi roubada, seja como for
Eu venho do nada porque arrasei o que não quis
Em nome da estrada onde só quero ser feliz
Enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada
Vai beijar o homem-bomba, quero adormecer
Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo
O que não vivi, hei-de inventar contigo
Sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
Mas quero-te bem, encosta-te a mim”
Jorge Palma
O Voo Nocturno
(Este
post esteve durante uma boa parte da noite de ontem para se intitular “3 estrelas e uma coruja”, mas face ao vivido, entendi por bem mudar de título.)
Ontem, como veiculado nos órgãos de comunicação social, aconteceu - pelo menos espero que para alguns - uma chuva de estrelas cadentes, ou para ser mais realista - a passagem de poeiras (lixo de um cometa) pela nossa atmosfera, o que provoca um fenómeno lindo…
Saímos - eu e a B. - já tarde (ou cedo, na perspectiva de alguns) e aí começou a aventura, que teve desde música meia psicadélica, à boa da RFM, passando pelos queridos Ella & Louis, uma viagem no Bolinhas no meio do nada - meio que para o assustadora, uma coruja branca fantástica e - diga-se - algumas estrelas cadentes…
Passámos um bom tempo a olhar para um céu, ou melhor, para O céu repleto de pontos luminosos que já se extinguiram à tantos milhares de anos que a imensidão de tempo assusta… mas o que assusta mais é, para mim, o tão próximo que o céu parece, tão próximo que dá a sensação de que, se esticarmos bem os braços, as mãos tocarão nos infinitos pontos luminosos… parecem tão próximos, tão ali, que me fazem sentir grande em pensamentos e pequena em tamanho… relativiza-se muito, coloca-se numa perspectiva diferente muitos dos aspectos esquinados com que nos deparámos… e trocam confidencias, sentimentos e palavras… mas troca-se principalmente muito silencio, porque o silencio na contemplação do céu estrelado é o melhor que se pode partilhar…
E nesta contemplação cheguei a uma conclusão - daquelas obvias, daquelas que por tão simples, fazem arrepiar cada milímetro da minha pele transparente (!) - as estrelas, ou melhor - Estrelinhas - estão ou são cada pessoa que me rodeia - que parece que quando estico as mãos consigo tocar-lhes, mas são tão grandes na nossa (minha) vida, que fico pequenina, frágil e em silencio - porque falar, ou falar-lhes, será estragar toda a magia… e se calhar o silencio é o melhor que lhes posso dar… mas elas estão ali, sempre ali, sempre ao pé de mim, sempre no meu coração, na minha alma, mesmo a milhares de milhões de km de distancia… estão ali para eu as poder ver sempre… a brilharem…
Obrigado a todas as Estrelinhas da minha vida - mesmo as que não sabem que o são…
R.
“Foi sem mais nem menos que partiu sem destino nenhum”
Estou sentir a nostalgia boa de estar a sentir e a ouvir tal e qual o que se gosta… Alguns chamaram-me antiquada, porém Troante é - e eu acredito que será sempre - um dos meus grupos musicais preferidos, pelas melodias completamente fantásticas e até totalmente dispares - e claro, pelas letras poéticas e cheias de significados que preenchem o espírito com sons e cores, das mais sinistras, às mais solares…
A minha relação com este grupo musical começou de muito pequenina, ainda no berço - literalmente - pois era um dos grupos eleitos pelos manos para ter a tocar no gira-discos. Lembro-me do primeiro que ouvi - “Baile do Bosque” onde dançava como a “Menina das Sete Saias”. Veio o “Xacará das Bruxas Dançando” com o oh castelo mouros arcas e tesouros quem vos escondeu, ou o “125 Azul”, “Namoro II” ou todos os outros temas da discografia que - por mais incrível e off que seja - eu sei toda de cor… e claro o “Sorriso” - das minhas músicas preferidas de todos os tempos - daquelas do top 5 que cantarolamos sempre e sem dar por isso…
O primeiro CD que tive - e era uma coisa muito à frente na altura ter um leitor de CD’s - só havia uma discoteca em Viseu que vendia CD’s, veja-se - foi o “Saudades do Futuro” - um duplo com alguns dos grande êxitos… e tenho esses CD’s por muita sorte, pois quando me foi roubada grande parte da minha colecção, iam lá cópias - lol…
E agora ouço o “Saudade” Há sempre alguém que nos dias tem cuidado, há sempre alguém que nos faz pensar um pouco, há sempre alguém que nos faz falta, ah saudade… mas é fixe quando a saudade é só isso, um sentimento bom… e agora sorrio - é verdade - eu tenho e quero ter sempre saudades do futuro… e tenho um sorriso que foi achado no meio do chão (…) quando os teus olhos nos meus eram dois potros com asas (…) e não vi o teu sorriso surgir da areia ou do mar, nem tive um porto de abrigo, em foste um barco a chegar (…) hoje guardo o teu sorriso fechado na minha mão a contrastar com o siso que trago no coração. - LINDO, não é? Percebe-se porque ADORO esta música? J
Bem, e passa-se de um musica triste, a falar sobre a tristeza, para cantar Aleixo, música popular: coração que é de nós dois tem de andar aconchegadinho - é mesmo um espectáculo - e podia ficar aqui pela noite a dentro a recordar as minhas estrofes preferidas, os versos mais profundos e aquelas frases que conseguem resumir num linha todo um espectro de sentimentos e vivências… canções que definem um ser, uma época, um momento até, que por mais breve que seja, poderá ser eterno…
E estas músicas… estas são certamente eternas…
R.