O tempo pergunta ao tempo
Quanto tempo o tempo tem
O tempo responde ao tempo
Que o tempo tem tanto tempo
Quanto tempo o tempo tem
O timing é que é a merda
O tempo pergunta ao tempo
Quanto tempo o tempo tem
O tempo responde ao tempo
Que o tempo tem tanto tempo
Quanto tempo o tempo tem
O timing é que é a merda

Devagar…
Sim, devagar…
Quero pensar no que quer dizer
Este devagar…
Talvez o mundo exterior tenha pressa demais.
Talvez a alma vulgar queira chegar mais cedo.
Talvez a impressão dos momentos seja próxima…
Talvez isso tudo…
Mas o que me preocupa é esta palavra devagar…
O que é que tem de ser devagar?
Se calhar é o universo…
A verdade manda Deus que se diga.
Mas ouviu alguém isso a Deus?

(a pedido)
O meu pretenso amante, a sua mulher e eu
Num triangulo, que alguns dirão que romântico, de romântico, não tem nada…
O que se segue é sobre o meu pretenso amante, a sua mulher e eu…
Começa a alguns meses a traz, quando tudo na minha vida levou um grande abanão e eu fiquei sem portos de abrigo onde me proteger, frágil, com medo e, digamos, totalmente perdida para o mundo…
Reencontrei um velho amigo, que estava também ele numa fase complicada… ajudámo-nos, aproximámo-nos, apoiámo-nos… Aproximei-me da sua senhora, uma pessoa adorável, que rapidamente me conquistou e com a qual criei uma amizade que cultivámos, alimentámos, regámos e cresceu, para um grau de empatia e de proximidade que me faz chamá-la de Miguita ( e sentir tudo o que miguito é para mim).
Gosto realmente deles e, pelos vistos, agora fazemos parte de um triangulo de afectos… enganem-se as mentes tortuosas e as más-línguas desta cidade… os miguitos são seres completamente assexuados… o nosso triangulo é de amizade e partilha profunda…
A vocês, Miguitos, dedico, hoje, este texto: “Os Bons Amigos“…
Beijos muito grandes

You say
One love
One life
When it’s one need in the night
One love
We get to share it
Leaves you baby if you don’t care for it
Did I disappoint you?
Or leave a bad taste in your mouth?
You act like you never had love
And you want me to go without
Well it’s…
Too late
Tonight
To drag the past out into the light
We’re one, but we’re not the same
We get to carry each other
Carry each other
One
Have you come here for forgiveness?
Have you come tor raise the dead?
Have you come here to play Jesus
To the lepers in your head?
Did I ask too much?
More than a lot
You gave me nothing, now it’s all I got
We’re one, but we’re not the same
Well we hurt each other
Then we do it again
You say
Love is a temple
Love a higher law
Love is a temple
Love the higher law
You ask me to enter but then you make me crawl
And I can’t be holding on to what you got
When all you got is hurt
One love
One blood
One life
You got to do what you should
One life
With each other
Sisters
Brothers
One life
But we’re not the same
We get to carry each other
Carry each other
One
U2Ao R. Tenho saudades…


De “pequena coisa” em “pequena coisa”, sinto-me uma adolescente…
Tenho estado um pouco preguiçosa no que diz respeito à escrita pública… tenho, de facto, de voltar a transpor para palavras os meus pensamentos e publicá-los, não os deixar gravados num CD ao pé do PC, por tão íntimos e pessoais que são… estou numa fase de fazer o que me apetece, escrever cenas brutalmente pessoais, minhas, de mais ninguém, e tenho descurado este exercício livre de escrita… (desculpas apresentadas)
Um pensamento recorre na minha mente e eu não sei bem porquê!… ou até sei e finjo que não sei ! Será que todas as panelas têm testo?
Sei que parece uma pergunta absurda, mas fizeram-me esta analogia, interligando cada panela com cada pessoa! E tenho ficado a pensar se todas as panelas têm testo… e quando vou a casa de alguém, vou verificar se todas as panelas dessas pessoas têm testo! E não!!! Há panelas que não têm testo, que são caçarolas!!! Isto quer dizer que há pessoas que nunca têm ninguém?
Vou pensar sobre esta cena de testos e tal mais um bocado!!!
Pode ser que chegue a alguma conclusão!!!
Gosto:
De atirar aviõezinhos de papel pela janela…

O poder da dança é um tema sobejamente descrito e escrito, mas que vale a sempre sublinhar…
Hoje senti-o…
Senti-o em cada batida das músicas que mais gosto de dançar, senti-o em cada um dos acordes de rock, senti-o ao som do twist… senti-o a pulsar nas minhas veias, a correr por todo o meu corpo e voar…
E entrei a êxtase…
Literalmente…
Precedido de uma conversa muito fixe, seguido de um telefone marado, deixei-me levar pela dança, como se de uma folha de Outono, ao sabor do vento, se tratasse…
E voei, como ela…
Com ela…
A dança, dançar, pode parecer grande, mas para mim, é uma “pequena coisa”…
Que me faz feliz…