Friday, February 29, 2008
Thursday, February 28, 2008
Viagem à loucura de um nascer do sol…
Thursday, February 21, 2008
primeiro dia
O primeiro dia do resto da minha vida…
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Saturday, February 16, 2008
O dia não foi nada de especial… começou mal, continuou mal e acabou menos, mas também, mal…
Thursday, February 7, 2008
A bela arte de descarregar a fúria num iogurte do MacDonald’s
A pedido (da Nina)
Eu não gosto de iogurtes… nunca gostei, mas por obrigação e porque fazem bem, obrigo-me
quase diariamente a ingeri-los (sim, porque comer não os como…)
Por isso, quando me dirijo para comer, degustar e saborear, a comida de plástico que adoro,
castigo-me com uma daqueles espécimes de leite estragado com bactérias que os entendidos dizem fazer
muito bem ao meu corpo.
Mas hoje, descobri outro significado e utilidade para aquela nhanha branca com frutos que dizem do bosque
– serve para descarregar a fúria ou fúrias que sentimos no momento…
Comprimindo vigorosamente a colher ranhosa de plástico que vem com o recipiente não menos ranhoso,
mistura-se os ditos frutos de cor vermelha com a nhanha branca, descarrega-se as frustrações,
misturando a parte adocicada dos frutos, saborosos, macios aveludados, com a agressividade e azedo do dito iogurte…
Que bela analogia e imagem mental que se projecta da mente a ler estas linhas…
Mas agora pensem que, se algo tão simples e pouco (?) consegue adocicar a maioria do recipiente,
como é que isto se contrapõe para anossa realidade…
De facto, pequenas coisas doces na vida, fazem adocicar as mais amargas, que embora sendo a maioria,
depressa se diluem em tons avermelhados e quentes…
As coisas pequenas, podem ser poucas, mas são elas que fazem as grandes…doces…
(Como a Nina, a comer um hambúrguer comigo… obrigado)
Por isso, que venham os iogurtes…

no not three or four
I don’t want that kind of forever
in my life anymore
forever always seems
to be around when it begins
but forever never seems
to be around when it ends
so give me your forever
please your forever
not a day less will do
from you
People spend so much time
every single day
runnin’ ’round all over town
givin’ their forever away
but no not me
I won’t let my forever roam
and now I hope I can find
my forever a home
so give me your forever
please your forever
not a day less will do
from you
Like a handless clock with numbers
an infinite of time
no not the forever found
only in the mind
forever always seems
to be around when things begin
but forever never seems
to be around when things end
so give me your forever
please your forever
not a day less will do
from you
Monday, February 4, 2008
O som da chuva sobre tudo…
Estou a fechar os olhos…
Lentamente,vagarosamente e prazeirosamente, só agora me apercebo de como, ó Deus, tenho sono…
Mas apetece-me partilhar a pequena coisa que hoje contribui para que o meu dia fosse… bom!
O som da chuva sobre tudo…
A chuva cai… às vezes forte, outras vezes de mansinho… com violência, com fúria, mas com carinho,
como um mimo fofo na face de alguém de quem se gosta…
Aconchego-me mais um pouco… o calor e conforto desta cama fazem-me sentir bem…
E a chuva cai, limpando tudo… o que passou e até o que passará, correrá pelas vielas fora e dissipar-se-á…
A chuva a cair é um dos sons que fazem parte do meu repertório de “sons que são coisas pequenas”
– simplesmenteme deixa com a sensação de que nada pode correr mal, tudo vai ficar bem,
que a chuva vai acalmar os fogos mais intensos, lavar as feridas mais abertas e levar tudo,
levar tudo com água, até que se transforme em total e completa pureza, na imensidão do azul do mar…
Mas nem sempre o som da chuva a cair é sinónimo de coisa pequena… depende do momento…
aliás, o momento é tudo… o momento de atender o telefone, o momento de acender um cigarro…
o momento do sol a nascer… o momento da viagem de carro… momento de um olhar…
o momento das palavras… o momento de fechar os olhos… o momento de puxar os lençóis da cama…
o momento do não… e o momento do sim!
O momento é tudo… e este é omomento de me aconchegar mais um pouco, aninhar-me e ouvir….
o som da chuva sobre tudo…
Viseu, 3 de Fevereiro de 2008